A escolha de se ser feliz…

Esta manhã acordei um pouco cansada, aliás todas as manhãs quando são horas de levantar, apetece-me rebolar novamente para de baixo dos meus lençóis muito quentinhos, e enroscar-me sempre mais 5 minutos na minha cama, a qual tenho o hábito de comparar a uma nuvem. Um longo e demorado ritual de mais 20 minutos se seguem até o meu sistema se ligar concretamente, mas esses minutos não me impedem de colocar um sorriso na cara no resto do meu dia. Esse sorriso vem acompanhado de uma boa disposição que pode ou não agradar os outros, pois há pessoas que simplesmente ficam com inveja da alegria de terceiros. Essas pessoas não são verdadeiramente felizes e sentem necessidade de espezinhar ou simplesmente carregar uma expressão carrancuda todos os dias para o trabalho, o desdenho é tanto que elas próprias não entendem… Como a minha mãe costuma dizer, eles são uns “desinfelizes”.

Certamente, que como seres humanos, todos temos os nossos altos e baixos, e é praticamente impossível estar-se sempre com a energia no máximo, mas é possível ser-se feliz. A felicidade não se trata de uma emoção ou um mero sentimento pré-adquirido, e o erro da maior parte das pessoas é tentar extrair essas sensações de objectos ou outras pessoas, quando a felicidade está dentro de nós. A parte exterior a nós complementa-nos e dá um sentido à nossa vida, contudo, se essa parte não existisse nós conseguiríamos ser felizes na mesma. Teríamos outras coisas para nos focar e se a vida não corresse como queríamos, nós seríamos capazes de dar a volta por cima. Adicionalmente, a felicidade não tem que estar associada a pulos de alegria ou a eventos especiais, dado que quando acordo para trabalhar num dia aleatório, sou feliz pelo facto de ter um trabalho, saúde e pessoas maravilhosas para partilhar os momentos.

Outra coisa que aprendi sobre a felicidade é que para nos sentirmos continuamente bem, não podemos conformar-nos com a vida que levamos, pelo menos para mim isto funciona. Quero com isto dizer que se algo está mal, cabe-nos a nós mudá-lo e nunca desistir, pois se cairmos 10 vezes, serão 10 vezes que nos devemos levantar. Também, é o nosso dever ser agradecido pelo que temos, dizer às pessoas que amamos, o que sentimos por elas, e evitar andar por aí a queixar-nos da vida, quando há pessoas que vivem em muito piores condições e esforçam-se ao máximo para serem felizes.

Com tudo isto, ser feliz é tarefa difícil, daí muitos escolherem o caminho mais “fácil”, o caminho em que as pessoas sentem pena de nós e nos ajudam. Mas acredita que quando se arregaça as mangas e se vai à luta, o sucesso sabe muito melhor. Não é que eu tenha motivos para ser triste, e podem dizer que sou uma pessoa sortuda pela vida que tenho, a verdade é que por ter algumas vantagens dou sempre o meu melhor em tudo o que faço, pois não faria sentido para mim de outra maneira.

Assim, resumindo e concluindo, para alcançar essa tal “felicidade” (uma palavra que só faz sentido na nossa cabeça, visto que não é uma coisa palpável), é necessário não fazê-la depender de coisas ou pessoas, é necessário trabalhar e sentir os frutos desse trabalho, e finalmente, o mais importante de tudo, ser-se agradecido pela nossa vida… Muito obrigada por terem lido o meu post! Espero que tenham gostado, e que sejam muito felizes! E lembrem-se sempre de sorrir, porque com um sorriso a alegria emerge!

Ser feliz não é um sentimento, é uma escolha…

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